Oscar 2019 quebra paradigmas

Famoso por trazer novidades anualmente. O Oscar vive se reinventando  e encantando os amantes do cinema no mundo todo.

Este domingo, 24, ficou na história, afinal a cultura negra e as mulheres foram os destaques nesta edição. Leia até o fim esse resumo e fique por dentro das novidades do Oscar 2019.

GREEN BOOK 

“Green book: O Guia”, fala sobre a amizade entre um motorista racista e um música negro, venceu como melhor filme, além de roteiro adaptado e ator coadjuvante (Mahershala ali). 

BOHEMIAN RHAPSODY 

A cinebiogria do Queen e de Freddie Mercury levou quatro estatuetas, entre elas a de melhor ator para o ator Rami Malek.

 

ROMA

“Roma” de Alfonso Cuarón, rendeu três prêmios ao diretor e o primeiro Oscar na categoria de filme estrangeiro para o México. 

A FAVORITA

O longa ‘ A Favorita’ teve uma estatueta como melhor atriz por Olivia Colman. 

O discurso da atriz foi o mais falado, tanto pela simplicidade e bom humor. Quanto pela sua humildade em pedir por exemplo desculpas a Glenn Close, que era apontada como favorita ao prêmio pela sétima indicação sem vitória. 

NASCE UMA ESTRELA

Já a pop star, Lady Gaga venceu na categoria melhor canção com ‘Shallow’, sendo essa estatueta a única que o longa ‘Nasce uma estrela’ arrematou. 

INFILTRADO NA KLAN

O diretor Spike Lee ganhou pela primeira vez o Oscar oficial na categoria de roteiro original com o longa ‘Infiltrado na Klan’.

Ah, já ia me esquecendo. Quando digo aqui que o Lee ganhou seu primeiro prêmio oficial, é porque a algum tempo atrás, em 2006 ele recebeu uma prêmiação honorária.

PANTERA NEGRA

O favorito pelo público e crítica, ‘Pantera Negra’ levou três estatuetas, sendo eles por:

1 – Trilha sonora;

2 – Figurino;

3 – Direção de arte;

A Netflix nesta edição quebrou novamente o paradigma de que serviços de striming não ganham prêmios como o oscar. Mostrando que a modalidade cinematográfica chegou para ficar e só tende a crescer.

Além da gigante do streming sair vitoriosa com o longa de Cuarón, levou uma estatueta na categoria documentário em curta-metragem com ‘Absorvendo o tabu’.

UM SHOW A PARTE

Que o Oscar é um dos maiores eventos do cinema, isso todo mundo já sabe. 

Mas, como de costume, a cada ano que passa somos surpreendidos com performances inovadores que muitas das vézes são de tirar o fôlego. Esse ano, quem leva os créditos é a banda de hard rock inglês, Queen.

Quando as cortinas se abriram, os astros e estrelas presentes foram ao delírio com os principais hit’s que o atual frontman do Queen cantou junto dos fundadores da icônica e lendária banda londrina. 

Além do Queen, não poderiamos deixar de citar show digno das estrelas de holliwood que a Lady Gaga fez com a parceria do Ator Bradley Cooper, que levou muito romantismo ao evento. Uma palavra que acredito definir muito bem essa edição foi diversidade.

Algo que a cada dia mais vem tomando força de expressão. A cultura negra nunca foi tão premiada quanto no Oscar de 2019. E isso é um ótimo sinal, de que os paradigmas do preconceito tendem a cada dia mais acabar. 

Não sou utópico em dizer que acabou, lógico. Mas estamos no camino certo.

E quantas mulheres incríveis brilharam, e quanta cultura diferente da americana venceu as barreiras do preconceito. Acho que finalizo esta análise grato pelo lindo espetáculo de ontem. E que venham mais edições, com novas surpresas.

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