ANÁLISE BLADE RUNNER REMAKE 2049

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Por Lucas Gabriel MH

Sendo reconhecido há algumas décadas como um dos maiores clássicos do cinema no quesito futurismo e crítica social usando a distopia. Blade Runner desde seu lançamento em 1981 divide opiniões quanto a sua estética, andamento fílmico e roteiro.

Com complexos diálogos, e trilha sonora um tanto destoante no quesito harmonia e volume. Desde sua primeira versão nasceu com objetivo principal de causar propositalmente um desconforto e reflexão sobre os possíveis desdobramentos dos efeitos causados pelo capitalismo excessivo nos seres humanos.

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Inspirado no romance Do Androids Dream of Electric Sheep, do escritor Phillip K. Dick.

A história do primeiro filme se passa em 2019, com o planeta completamente modificado tanto na fauna quanto na flora, além de um urbanismo com aparência suja e que de certa forma chega a causar repulsa por tamanha falta da natureza, causada pela poluição desenfreada das cidades.

E que enfrenta como uma das consequências do uso e evolução da tecnologia a extinção de seus próprios criadores, que no caso somos nós seres humanos.

Embarcando neste enredo, o diretor e criador de Blade descreve como seria um mundo comandado e manipulado pelas máquinas. Onde as pessoas são completamente frias, e em sua grande maioria biônicas (Parte humano e parte robô). E ao invés de serem chamadas por nomes, usam códigos seriais e tratam os humanos replicantes como algo do passado.

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É por aí que a história se baseia, mostrando que as máquinas cassam seus criadores e matam-nos, porém, chamando tal atitude de tirar de circulação ou aposentar. A partir dessa trama é que surge a descoberta de uma criança replicante que poderia desencadear toda uma guerra entre os humanos e os futuros replicantes.

O REMAKE

Assim como no primeiro longa, Blade Runner 2049 traz como roteiro o drama vivido por K,  que descobre a existência de um replicante puro, o qual até as últimas cenas do longa acredita ser ele mesmo. O que de certa forma ajudou a personagem a evoluir e deixar de ser frio e calculista como a grande maioria dos Blade Runner (Caçadores de versões antigas).

O grande problema do roteiro é que escolheram como personagem representante dessa criança pura. Alguém com baixíssima representatividade dentro do filme.

Outro fato que difere bastante do primeiro, é o fato de terem pecado nas transições de áudio no filme.

Pois durante as transições por exemplo entre uma cena de ação e outra reflexiva se sentia grande desconforto quanto a mudança de áudios e ficou visível alguns ruídos deixados durante a finalização dessa peça cinematográfica.

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Um fato a ser elogiado é da estética mais escura, porém de muito zelo quanto ao cuidado com os mínimos detalhes dos cenários e as transições suaves entre uma cena e outra.

Outro ponto a ser resaltado quanto ao curta são as atuações super bem feitas de harrison ford no papel da personagem do Rick Deckard e de Jared Leto no papel de Niander Wallace.

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Para saber mais

E com o intuito de ajudar a fazer esse mergulhão nesse longa, segue logo abaixo o trailer dessa última versão desse clássico e o link com ebook para que possam ler e analisar mais sobre o tema. Vlw galera!

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